O que me motivava escrever está morto,
A razão e inspiração de meus escritos, morto
Terminantemente sufocando-me, matando-me dois anos a fio
A boca seca, o choro frio e o punhal
Nada mais bizarro que uma quase-intelectual formada, doente
Eu tenho uma boca amarga e uma estômago que doi
Não é por excesso de lipídios, mas por dor, a dor de amor
Aquela que levava-me dias e dias escrevendo e digitando
Digitava dias sobre amor, outro sobre dor e agora sobre solidão
Me abandonaste e deixaste apenas um cálice de dor em minhas mãos
Nenhum veneno, nenhum conforto, nenhuma companhia
Quem corrigirá meu egocentrismo?
Quem dirá que minhas poesias são melancólicas?
Quem me dará os melhores conselhos?
Quem será o motivo dos meus sorrisos, a inspiração de minhas poesias?
E sua presença fará falta até que me levem ao teu encontro
Até lá esperarei fielmente com o coração guardado a sete chaves para ti.
Espere-me Marvin, Alxseth, Xandi, Alexandre ou Alexandre Ferreira Antonio.

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